Apneia do Sono é assunto sério e precisa de tratamento

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Muitas pessoas sofrem com a apneia do sono sem nem mesmo se dar conta do problema. Só no Brasil, ela afeta cerca de um terço da população.

O primeiro e mais comum sintoma é geralmente observado pelo seu parceiro: o ronco. Além disso, a pessoa também costuma fazer sons ofegantes ou sufocantes enquanto está dormindo.

Além disso, é possível ainda observar problemas como:

  • Cansaço constante;
  • Dificuldade de concentração;
  • Suor noturno em excesso;
  • Ganho de peso;
  • Problemas de memória;
  • Micção frequente à noite.

Se você se reconheceu em algum destes pontos acima, siga na leitura do artigo e descubra como obter um diagnóstico preciso e como solucionar o problema.

O que é apneia do sono?

Quando a pessoa tem esse problema, o ar para de fluir para os pulmões por 10 segundos ou mais – ou seja, ela realmente para de respirar.

Ao sentir que a pessoa parou de respirar, um centro de controle em seu cérebro a faz acordar apenas o suficiente para respirar. Então ela volta a dormir e o ciclo começa novamente.

Em algumas pessoas isso pode acontecer mais de 30 vezes a cada hora – mas muita gente sequer se lembra disso.

Possíveis causas

É normal que os músculos e os tecidos moles da garganta relaxem em algum grau durante o sono.

Para a maioria das pessoas, isso não causa problemas respiratórios. Já em pessoas que sofrem com a apneia do sono, a via aérea tem dificuldades como resultado de vários fatores, incluindo:

  • Excesso de peso;
  • Ser do gênero masculino;
  • Ter 40 anos de idade ou mais;
  • Ter um pescoço mais largo;
  • Ingerir medicamentos com efeito sedativo;
  • Consumir álcool;
  • Fumar;
  • Estar na menopausa (no caso das mulheres);
  • Histórico familiar;
  • Congestão nasal.

Complicações da apneia do sono

Não tratar o problema pode ter um impacto significativo na qualidade de vida do paciente, impactando não só a sua saúde, mas também seu desempenho no trabalho e suas relações com amigos, familiares, parceiros, entre outros.

A apneia do sono mal controlada também pode aumentar o risco de:

  • Hipertensão arterial;
  • Derrame ou ataque cardíaco;
  • Batimento cardíaco irregular – como fibrilação atrial;
  • Diabetes tipo 2.

Especialistas ainda afirmam que alguém que foi privado de sono por causa da apneia do sono pode ter até 12 vezes mais chances de se envolver em um acidente de carro.

Como obter o diagnóstico

Se você suspeitar que tem apneia do sono, o primeiro passo é discutir suas suspeitas com um médico de confiança ou um especialista em sono.

Especialistas do sono vêm de uma variedade de origens médicas. Eles podem ser:

  • Pneumologistas (especialistas em pulmão);
  • Otorrinolaringologistas (ouvidos, nariz e garganta);
  • Neurologistas (cérebro e nervos);
  • Psiquiatras (saúde mental);
  • Dentistas especializados no tratamento de distúrbios respiratórios do sono.

Seja qual for o tipo de médico que você consultará inicialmente, é importante já providenciar um check-up completo que proporcione uma visão detalhada de seu histórico médico, pois ele pode trazer informações relevantes sobre a apneia do sono.

Estudo do Sono é a melhor forma de diagnosticar o problema

De toda forma, um diagnóstico definitivo de apneia do sono só pode ser feito através de um estudo do sono.

Na maioria dos casos, o diagnóstico pode ser desconfortável, já que o paciente muitas vezes precisa dormir na clínica, usando sensores com vários fios.

Mas o VITA Check-up possui um exclusivo sensor sem fios, que permite que o monitoramento do sono seja feito na residência do paciente.

A pessoa precisa apenas colocar o sensor no dedo e os dados são enviados à clínica, via aplicativo instalado no smartphone, para o acompanhamento médico. Isso torna todo o procedimento mais confortável, prático e eficaz.

Dormir bem é muito importante, como você já pode ver nos outros dois artigos anteriores (CLIQUE AQUI). Por isso, é importante diagnosticar corretamente e tratar a apneia do sono.

Então agende já a sua consulta e saiba mais sobre o Estudo do Sono VITA Check-up.


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Ainda que encontros climáticos, como o Acordo de Paris, em 2015, tenham firmado o compromisso de 135 países para a redução do aumento médio da temperatura global, verão após verão as temperaturas atingem picos históricos.

Os resultados do aquecimento global e da destruição da camada de ozônio são sentidos dia a dia: com o aumento das temperaturas, maior exposição a raios UV, maior incidência de câncer de pele, entre outros problemas decorrentes do calor.

Não estamos falando apenas de problemas atrelados à exposição ao sol. O calor intenso também provoca alguns problemas de saúde particulares, como casos de desidratação, insolação, intoxicação alimentar, micoses e problemas na pele, dengue, hepatite A, queda de pressão arterial, entre outros.

Abaixo vamos listar alguns motivos que desencadeiam as principais doenças ou viroses que podem se multiplicar durante o verão. Tome nota e não se esqueça: consulte um médico e coloque as vacinas em dia antes de se aventurar!

Desidratação

A desidratação acontece, em geral, pela falta de ingestão de líquidos – e pode ser agravada pelo aumento das temperaturas, o que é comum na época do verão. Em pessoas mais velhas, o estímulo à sede passa a ficar deficitário. São os osmorreceptores, estruturas responsáveis por causar a sede, que sofrem alterações com o decorrer do tempo.

Em idosos, a perda de massa muscular e gordura, consequentemente, acarreta uma redução de líquido no organismo. De acordo com estudos, um adulto tem cerca de 70% de água no corpo, já o idoso tem por volta de 50%

A desidratação pode levar à desorientação mental, além de uma falta de ânimo e disposição combinadas ao calor – afetando a qualidade de vida dos indivíduos mais longevos. O pouco consumo de água também pode estimular o surgimento de cálculos renais, uma vez que a filtragem não é feita de forma correta e a urina tende a ficar mais concentrada.

Insolação

Combinada à desidratação, a insolação é outro problema que decorre do aumento das temperaturas. Ficar exposto ao sol por horas seguidas, como muitas vezes acontece durante um dia de praia, pode ocasionar sérios problemas.

A boa hidratação, inclusive, é um fator que combate a insolação a médio prazo. Na ausência de cuidados, a temperatura média do corpo segue alta mesmo após o dia de sol. As queimaduras contribuem para o mal-estar e a alta temperatura do corpo. Em casos extremos, quadros de insolação podem causar vômitos, febre e até mesmo delírios.

Intoxicação Alimentar

Em um cenário de praia, curtição e sol escaldante, é comum encontrar muitas opções de comida na beira do mar. De camarão a queijo coalho, passando por pastel, sanduíches, espetinhos, sorvetes e drinques. Opções não faltam, difícil é saber o que escolher.

Além do cuidado ao comer na rua, é preciso saber armazenar muito bem os alimentos em casa para não amargar uma intoxicação alimentar. O calor, o excesso de comida a ser armazenada, e a falta de manutenção de equipamentos em casas de veraneio formam o cenário ideal para problemas: a falta de capacidade em gelar e o risco de comidas estragarem.

A intoxicação alimentar contribui para um quadro de desidratação caso não seja combatida. Diarreia, vômito e febre são sintomas comuns em quadros como esse. É necessário hidratar-se com frequência e aderir a uma dieta de alimentos cozidos e comida leve: purês e sopas até o organismo se recuperar.

Micoses

Problemas de pele também são comuns no calor. Secar o corpo com a toalha molhada, exposta ao tempo, é um prato cheio para problemas de pele. A carga muito grande de sol, às vezes sem proteção, também contribui para o aparecimento de manchas.

Piscinas em casas de veraneio são um grande perigo! Atenção à limpeza e clorificação da água para evitar a proliferação de doenças de pele.

Dengue e Hepatite A

Juntamos em um mesmo tópico por que ambas as doenças surgem de uma contaminação que envolve a água. A hepatite A, forma mais comum da doença, pode ser contraída no consumo de águas de torneira, por exemplo. Vale ficar esperto com a procedência e a origem da água que se consome.

Já a dengue, como é sabido desde que a epidemia se instalou no Brasil, prolifera em locais onde a água fica acumulada.  Em ambientes úmidos de mata podem ser encontradas variações em que o aedes aegypti é portador, como a chikungunya – de toda forma, as doenças transmitidas por esse mosquito são sempre muito perigosas.

Como forma de se prevenir é ideal realizar rotinas de exame preventivo. O check-up médico ajuda a garantir uma saúde equilibrada e protegida – mediante a aplicação de vacinas e outros tratamentos – de vírus ou doença que possa se instalar em um cenário de férias de verão. Conheça os planos da Vita Check-up e tenha um verão à altura de seus sonhos.


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O verão, sinônimo de curtição, viagem e praia, é uma época do ano que exige alguns cuidados específicos para aproveitar esse período de sol com responsabilidade e dizer adeus ao estresse.

Grande parte dessa receita de bem-estar passa por uma alimentação saudável, uma vez que, diante de altas temperaturas,  a perda de líquidos e sais minerais acontecem com maior intensidade, sendo necessário mudar a dieta para manter a saúde em dia.

Se você deseja aproveitar tudo o que a estação mais quente do ano pode oferecer, siga na leitura deste artigo e descubra que o verão requer mais do que preocupação com a parte física, sendo preciso redobrar os cuidados com a alimentação e a hidratação do organismo.

Os segredos de uma alimentação saudável

O clima de sol e calor desperta novas necessidades – e vontades – no consumidor. Prefira escolher alimentos leves – folhas, verduras e saladas são uma ótima pedida e tente maneirar no consumo de proteínas e carboidratos.

Saladas, grãos e frutas são excelentes também. Alimentos de fácil digestão, saudáveis e que saciam a fome. Sanduíches naturais, carnes magras e legumes também podem compor uma dieta saudável.

Evite frituras e gorduras em excesso, pois tais alimentos dificultam a digestão. A digestão demorada fica ainda mais debilitada em altas temperaturas – imagina comer uma feijoada na beira da praia: receita perfeita para a indigestão, não é?

As frutas, além de serem um alimento saudável e ótima alternativa para a sobremesa, também são grandes fontes de hidratação. Opções como melancia, melão, maçã e abacaxi, por exemplo, consistem em uma ótima forma de hidratar o organismo por conta da quantidade de água que contêm.

Além das frutas mais suculentas, que têm bastante água em sua composição, a hidratação também deve ser feita religiosamente. Procure ingerir algum líquido (sucos naturais, isotônicos, água) a cada 2 horas para manter sempre o corpo refrescado. Sobretudo quando se está na praia, à exposição do sol, manter o organismo hidratado é uma condição essencial para o bem-estar.

Estimule o apetite no calor!

As altas temperaturas agravam a sensação de cansaço, podendo tirar o ânimo ao longo do dia e, até mesmo, o apetite. Contudo, até mesmo a diminuição no desejo de comer deve ser combatida – mesmo para quem está brigando com a balança, deixar de comer por períodos longos não é uma boa recomendação.

É preciso se alimentar e se hidratar regularmente para manter o organismo equilibrado e aumentar a resistência.

Estimule o apetite ao ingerir pequenas porções em intervalos de tempo fixos. Experimente comer de três em três horas, alternando grãos, saladas (constituídas por quase 90% de água) e, por exemplo, um sanduíche natural – mas nada de alimentos pesados que dificultem a digestão – a alimentação leve é fundamental para manter o corpo protegido e sem desgastes na digestão.

Na praia, muito cuidado com alimentos vendidos por ambulantes! Não só o armazenamento do produto, como também a exposição constante ao sol, pode alterar suas propriedades e causar graves prejuízos à saúde.

Escolha opções mais refrescantes e saudáveis e considere levar de casa algumas frutas já higienizadas e armazenadas em uma bolsa térmica, por exemplo.

Todos sabem que uma boa alimentação é fundamental para uma vida saudável, assim como a realização de check-ups médicos regulares realizados em clínicas idôneas.

Por isso, antes de encarar o verão, garanta que os exames estejam em dia, que a dispensa esteja repleta de boas opções e tome cuidado com o comércio na praia. Não vale perder o tempo de descanso e curtição por conta de uma intoxicação alimentar, não é mesmo?

Bem-estar e saúde é a nossa praia. Se é a sua também, te convidamos a acompanhar nossos conteúdos, voltados à qualidade de vida. Acreditamos que você vai gostar!


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Muitas pessoas se esforçam para ter noites de sono com qualidade, mas não percebem que alguns hábitos e outras questões podem interferir nisso.

Fatores externos, hábitos e distúrbios do sono podem impactar, de forma independente ou em conjunto, para roubar o sono necessário para sua saúde e bem-estar.

Se você tem sofrido para dormir bem ou quer melhorar seus hábitos noturnos, veja a seguir a lista que preparamos com os fatores que mais interferem no sono de qualidade.

Fatores no ambiente

Muitas pessoas podem não perceber o quanto o ambiente desempenha um papel importante na hora de garantir um sono de qualidade e quantidade.

Uma das primeiras coisas que se deve fazer ao ter problemas de sono é avaliar o ambiente onde a pessoa dorme. Por isso atente-se aos seguintes pontos:

Eletrônicos no quarto

Pessoas que usam seus quartos para assistir TV ou trabalhar no computador estão colocando o sono com qualidade em risco.

A luz emitida por esses dispositivos (mesmo quando estão em stand by) imita a luz natural. Isso pode levar seu ritmo circadiano a acreditar que ainda existe luz do dia e retardar a liberação da melatonina, o hormônio associado ao sono.

Quem utiliza seu quarto para outra coisa senão dormir e fazer sexo deve reduzir imediatamente estes estímulos se quiser mais sono com qualidade.

Luminosidade

Além da luz que emana dos seus dispositivos eletrônicos, a luz natural desempenha um papel muito importante na regulação do seu ciclo de sono-vigília.

Certificar-se de ficar exposto à luz do dia de manhã pode ajudá-lo a acordar mais facilmente. Já reduzir sua exposição à luz natural à noite pode ajudar a dormir mais facilmente.

Use cortinas escuras ou blackout para bloquear a luz natural, mantenha as luzes desligadas enquanto dorme e deixe seu smartphone com a tela virada para baixo ou em uma gaveta ao lado da cama – se ele acender a qualquer hora da noite, isso não vai atrapalhar seu sono.

Temperatura

Seu quarto deve ser um pouco mais frio que o resto da sua casa – o ideal é que a temperatura fique entre 15 e 20 graus.

Isso porque, quando dormimos, a temperatura do corpo naturalmente começa a diminuir. Manter o ambiente frio ajuda a acelerar esse processo – já um ambiente mais quente retarda o sono.

Barulho

Os sons podem atrapalhar o sono com qualidade, fazer com que as pessoas acordem no meio da noite ou mais cedo do que o desejado.

Muitos sons ouvidos no quarto podem estar além do seu controle: barulho da rua, alarmes de carros, vizinhos barulhentos etc. Por isso, uma boa opção é apostar em um ventilador ou outro dispositivo que ajude a criar um “ruído branco” para sublimar os sons perturbadores.

Razões comportamentais

Muitas vezes, a baixa duração do sono com qualidade se devem às escolhas que as pessoas fazem durante o dia e à noite. Confira algumas delas a seguir:

Usar eletrônicos antes de dormir

Coisas simples, como ficar acordado até tarde para maratonar no Netflix ou ficar acompanhando as redes sociais em vez de ir para a cama quando está cansado, podem sabotar o sono com qualidade.

Sedentarismo

Não fazer exercícios suficientes durante o dia pode prejudicar sua rotina ao dormir. Por outro lado, exercitar-se muito perto da hora de ir para a cama também pode atrapalhar o sono, pois aumenta a temperatura do corpo.

Cochilos

Este é um tema polêmico: algumas culturas promovem o cochilo do meio-dia e alguns estudos dizem que “tirar uma pestana” durante o expediente pode ajudar no aumento da criatividade e da concentração.

Mas para quem enfrenta problemas para dormir, um cochilo durante o dia pode reduzir sua capacidade de ter um sono de qualidade. Vale o alerta: a sonolência diurna excessiva pode sugerir um distúrbio – como a apneia do sono.

Hábitos alimentares

Se você realmente quer garantir um sono com qualidade, abster-se de ingerir certos alimentos durante o dia pode ser muito útil para garantir o devido descanso à noite.

Alimentos e bebidas que contêm cafeína devem ser evitados após o almoço – especialmente nas horas que antecedem o momento de dormir.

Evite também alimentos picantes, ricos em proteínas e/ou em gordura, que podem gerar desconforto, azia e favorecer o refluxo.

Consumo de álcool

Beber álcool antes de dormir dá a sensação de que ajuda a pessoa a dormir mais fácil. Mas ele pode causar sono fragmentado e má qualidade do sono assim que começa a metabolizar.

Problemas emocionais

Estresse, preocupação, medo, ansiedade e receber más notícias podem causar problemas de sono. Muitas vezes, as perturbações se dissipam quando o distúrbio emocional é resolvido.

No entanto, algumas dessas emoções podem eventualmente se transformar em depressão, que também pode causar estragos no sono de uma pessoa.

Distúrbios do sono

Existem alguns distúrbios que nos fazem sentir como se não estivessem dormindo o suficiente, como:

  • Insônia;
  • Síndrome da perna inquieta;
  • Síndrome do sono insuficiente;
  • Apneia obstrutiva do sono.

Se você acredita que suas dificuldades ao dormir podem ser causadas ​​por um distúrbio do sono, fale com seu médico de confiança e pergunte se um estudo do sono é adequado para o seu caso.

Saiba mais sobre sono com qualidade em nosso artigo anterior – e saiba mais sobre o Estudo do Sono do Vita Check-up.


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As pessoas passam quase um terço de suas vidas dormindo. Mas isso não significa que todas essas horas dormidas proporcionam de fato um sono de qualidade. Isso é algo que pode ser fácil de se falar – mas difícil de ser colocado em prática.

Uma boa noite de sono desempenha um papel vital para a saúde e qualidade de vida de qualquer um. Mas seus benefícios vão além disso: dormir bem é fundamental para reduzir o risco de várias condições graves de saúde. Saiba mais sobre o tema na leitura a seguir.

5 vantagens de contar com um sono de qualidade à noite

Dormir bem significa mais que contar com mais disposição para enfrentar seus compromissos diários – veja a seguir como ele afeta sua saúde e bem-estar:

1) Redução do risco de obesidade

A obesidade atinge hoje um quinto de todos os brasileiros. Ela é atribuída em grande parte às dietas com alto índice calórico e à ausência ou redução da atividade física.

Mas pesquisas recentes sugerem que nossos padrões de sono podem ser pelo menos parcialmente responsáveis ​​também por isso.

Um estudo mostrou que portadores de um DNA responsável pelo aumento da circunferência da barriga, que dormiam menos que as sete horas recomendadas por dia, pesavam dois quilos a mais que os demais, em média. Em compensação, quem dormia mais de 9 horas por noite chegava a pesar quatro quilos a mais.

Por isso se esforce para manter uma rotina de sono: se esforce para deitar-se sempre nos mesmos horários e evite o uso de eletrônicos na cama.

2) O sono de qualidade pode ajudar a prevenir o câncer

Pesquisadores acreditam que a exposição à luz durante a noite reduz os níveis de melatonina, o hormônio que regula o ciclo entre vigília e sono.

A melatonina pode ajudar a proteger contra o câncer porque os resultados dos estudos apontam que ela pode suprimir o crescimento de tumores.

Por isso certifique-se de que seu quarto esteja escuro e evite usar seu celular, tablet ou ver TV na cama. Isso vai ajudar seu corpo a produzir o nível de melatonina necessário para sua saúde.

3) Mais equilíbrio hormonal

O sono de qualidade também é crítico para a produção, liberação e regulação de seus hormônios – que têm uma enorme influência sobre sua saúde e bem-estar.

Estudos mostraram uma forte ligação entre sono, a leptina reduzida e a grelina elevada, hormônios responsáveis pela saciedade e pela fome, respectivamente.

Essa relação impacta os riscos de obesidade e outras condições de saúde associadas a um peso corporal maior.

Outro ponto importante é a liberação dos hormônios de crescimento durante as fases do sono profundo. Eles são essenciais para o desenvolvimento de crianças e adolescentes, além de contribuir para o crescimento muscular.

4) Riscos menores de desenvolver estresse e depressão

Quando o organismo está sob os efeitos de uma noite mal dormida, entra em um estado de estresse. As funções do corpo são colocadas em alerta máximo, o que causa pressão alta e estimula a produção de hormônios do estresse.

Por isso aposte em técnicas de relaxamento para neutralizar seus efeitos e ter um sono de qualidade. Isso vai contribuir positivamente para seu bem-estar durante o dia, melhorando suas relações sociais e aumentando a imunidade.

5) Risco menor de doenças cardíacas

A doença cardíaca é a que mais mata no Brasil há quatro décadas. Embora existam muitos fatores responsáveis ​​por essas estatísticas, a privação do sono pode ser um elemento-chave nestas estatísticas.

Pesquisadores apontam que pessoas que normalmente dormem menos de seis horas por noite têm uma chance 48% maior de desenvolver ou morrer de doença coronariana ao longo da vida.

Problemas que influenciam o sono de qualidade

Diversos fatores podem afetar a qualidade de seu sono todas as noites. Insônia, sedentarismo, preocupações ou a luminosidade excessiva no quarto podem interromper uma noite de sono e causar sérios problemas de saúde – como você pode ver nos itens acima.

A apneia obstrutiva do sono pode ser um deles: um distúrbio do sono comum e grave, que faz com que a pessoa pare de respirar durante o sono.

A via aérea fica repetidamente bloqueada, limitando a quantidade de ar que atinge seus pulmões. Quando isso acontece, a pessoa pode roncar alto ou fazer barulhos de asfixia ao tentar respirar.

Isso pode acontecer algumas vezes por noite, ou em casos mais graves, várias centenas de vezes por noite. A falta de oxigênio pode ter consequências negativas a longo prazo para a saúde. Isso inclui:

  • Pressão alta;
  • Doença cardíaca;
  • Acidente vascular cerebral (AVC);
  • Pré-diabetes e diabetes;
  • Depressão.

Um estudo do sono pode diagnosticar a apneia obstrutiva e garantir um sono de qualidade. O Vita Chek-up possui um exclusivo sensor sem fios, que pode fazer o monitoramento do sono na própria residência do paciente com muito mais conforto e praticidade que os aparelhos convencionais.

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