Tudo o que você precisa saber sobre vacinação de adultos

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A importância da imunização não se restringe à infância – a vacinação de adultos também é um cuidado essencial com a saúde.

Saiba mais a seguir e descubra como manter-se corretamente imunizado de acordo com o calendário de vacinação de adultos.

5 benefícios da vacinação de adultos

Veja abaixo cinco razões importantes pelas quais os adultos precisam manter suas vacinas atualizadas:

1) Proteção contra doenças mais comuns em adultos

O envelhecimento aumenta o risco de contrair certas doenças – como herpes zoster e doenças pneumocócicas.

2) Reforço para garantir a eficácia das vacinas

Com o passar dos anos, a proteção contra algumas vacinas recebidas na infância pode perder o efeito. Então o reforço é necessário para garantir proteção contínua. Um bom exemplo é a vacina contra o tétano / difteria (Td): é recomendável tomar uma dose de reforço para adultos a cada 10 anos.

3) Proteção contra uma doença nova e diferente

Idade, estilo de vida, emprego, planos de viagem ou condições de saúde podem colocar a pessoa sob o risco de contrair alguma doença nova ou diferente das previstas no calendário vacinação na época da infância.

Adultos que trabalham em instituições de saúde ou que têm múltiplos parceiros sexuais correm risco de hepatite B. Já adultos com certas condições crônicas de saúde correm risco de contrair doenças pneumocócicas.

Além disso, alguns destinos turísticos podem exigir vacinas específicas – então o viajante vai precisar do Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia – CIVP.

4) Surgimento de novas vacinas

Para proteger pessoas de todas as idades, os cientistas estão trabalhando duro para desenvolver novas vacinas.

A vacina contra papilomavírus humano (HPV) e a vacina contra herpes zoster são exemplos de vacinas recentes, que são recomendadas para alguns adultos.

5) Os benefícios da vacinação vão além da pessoa que recebeu a vacina

Ao se vacinar, o adulto ajuda a proteger os outros, tornando menos provável que ele se torne o transmissor de uma doença.

Isso ajuda a proteger também aqueles que não podem ser vacinados, como bebês muito novos e pessoas com alergias ou certas condições médicas.

Principais vacinas administradas na fase adulta

O Ministério da Saúde no Brasil é um dos principais defensores da vacinação de adultos – conheça a seguir as principais vacinas para o público adulto:

  • Meningite B e Meningite ACWY: pessoas de todas as idades com certas condições médicas (particularmente a falta de um baço funcional) devem ser vacinadas. Algumas devem receber doses de reforço ao longo da vida. Viajantes para determinados países também devem ser vacinados;
  • HPV: indicada para mulheres com 26 anos ou menos ou homens de 22 a 26 anos. A vacina é administrada em três doses ao longo de seis meses;
  • Hepatite A: indicada para pessoas com um fator de risco específico para infecção por hepatite A ou que desejam se proteger desta doença. A vacina é geralmente administrada em duas doses, com 6 a 18 meses de intervalo;
  • Hepatite B: quem não foi imunizado quando criança deve tomar três doses: a segunda dose deve ser recebida um mês após a primeira. Já a terceira e última em seis meses após a segunda;
  • Hepatite A+B: vacina que fornece imunidade ativa contra os vírus da hepatite A e da hepatite B. É administrado em uma série de três injeções no mesmo esquema da vacina contra hepatite B: uma dose inicial seguida de doses de 1 mês e 6 meses após cada dose;
  • Influenza: a doença pode causar meningite (infecção do cérebro e da medula espinhal), que pode levar à surdez permanente e danos cerebrais. A infecção também pode causar pneumonia, infecções no sangue e inchaço grave na garganta que pode bloquear a respiração e levar à morte. O reforço deve ser anual – especialmente para os maiores de 65 anos, gestantes e pessoas que trabalham em instituições de saúde ou que lidam com o público;
  • Tríplice Bacteriana: todos os adultos que ainda não receberam uma dose de Tríplice na infância ou na adolescência precisam de uma dose entre os 30 e 49 anos;
  • Varicela: a doença pode causar infecções graves na pele, pneumonia, danos cerebrais e até a morte. Ela é especialmente perigosa para pessoas cujo sistema imunológico é fraco devido a doenças ou ingestão frequente de certos medicamentos.

A vacinação de adultos é um cuidado essencial com a saúde

A imunização é uma das formas mais seguras para proteger a saúde em todas as fases da vida.

Os efeitos colaterais da vacinação de adultos geralmente são leves e desaparecem por conta própria. Efeitos colaterais graves são muito raros.

Por isso certifique-se de estar em dia com as vacinas recomendadas. Os adultos podem receber as vacinas nos postos públicos de saúde (quando estão sujeitos ao calendário nacional de vacinação) ou em clínicas especializadas – como o VITA Check-up, que é referência na região e que possui um protocolo específico com controle ISO 9001 de qualidade total.

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Ainda que encontros climáticos, como o Acordo de Paris, em 2015, tenham firmado o compromisso de 135 países para a redução do aumento médio da temperatura global, verão após verão as temperaturas atingem picos históricos.

Os resultados do aquecimento global e da destruição da camada de ozônio são sentidos dia a dia: com o aumento das temperaturas, maior exposição a raios UV, maior incidência de câncer de pele, entre outros problemas decorrentes do calor.

Não estamos falando apenas de problemas atrelados à exposição ao sol. O calor intenso também provoca alguns problemas de saúde particulares, como casos de desidratação, insolação, intoxicação alimentar, micoses e problemas na pele, dengue, hepatite A, queda de pressão arterial, entre outros.

Abaixo vamos listar alguns motivos que desencadeiam as principais doenças ou viroses que podem se multiplicar durante o verão. Tome nota e não se esqueça: consulte um médico e coloque as vacinas em dia antes de se aventurar!

Desidratação

A desidratação acontece, em geral, pela falta de ingestão de líquidos – e pode ser agravada pelo aumento das temperaturas, o que é comum na época do verão. Em pessoas mais velhas, o estímulo à sede passa a ficar deficitário. São os osmorreceptores, estruturas responsáveis por causar a sede, que sofrem alterações com o decorrer do tempo.

Em idosos, a perda de massa muscular e gordura, consequentemente, acarreta uma redução de líquido no organismo. De acordo com estudos, um adulto tem cerca de 70% de água no corpo, já o idoso tem por volta de 50%

A desidratação pode levar à desorientação mental, além de uma falta de ânimo e disposição combinadas ao calor – afetando a qualidade de vida dos indivíduos mais longevos. O pouco consumo de água também pode estimular o surgimento de cálculos renais, uma vez que a filtragem não é feita de forma correta e a urina tende a ficar mais concentrada.

Insolação

Combinada à desidratação, a insolação é outro problema que decorre do aumento das temperaturas. Ficar exposto ao sol por horas seguidas, como muitas vezes acontece durante um dia de praia, pode ocasionar sérios problemas.

A boa hidratação, inclusive, é um fator que combate a insolação a médio prazo. Na ausência de cuidados, a temperatura média do corpo segue alta mesmo após o dia de sol. As queimaduras contribuem para o mal-estar e a alta temperatura do corpo. Em casos extremos, quadros de insolação podem causar vômitos, febre e até mesmo delírios.

Intoxicação Alimentar

Em um cenário de praia, curtição e sol escaldante, é comum encontrar muitas opções de comida na beira do mar. De camarão a queijo coalho, passando por pastel, sanduíches, espetinhos, sorvetes e drinques. Opções não faltam, difícil é saber o que escolher.

Além do cuidado ao comer na rua, é preciso saber armazenar muito bem os alimentos em casa para não amargar uma intoxicação alimentar. O calor, o excesso de comida a ser armazenada, e a falta de manutenção de equipamentos em casas de veraneio formam o cenário ideal para problemas: a falta de capacidade em gelar e o risco de comidas estragarem.

A intoxicação alimentar contribui para um quadro de desidratação caso não seja combatida. Diarreia, vômito e febre são sintomas comuns em quadros como esse. É necessário hidratar-se com frequência e aderir a uma dieta de alimentos cozidos e comida leve: purês e sopas até o organismo se recuperar.

Micoses

Problemas de pele também são comuns no calor. Secar o corpo com a toalha molhada, exposta ao tempo, é um prato cheio para problemas de pele. A carga muito grande de sol, às vezes sem proteção, também contribui para o aparecimento de manchas.

Piscinas em casas de veraneio são um grande perigo! Atenção à limpeza e clorificação da água para evitar a proliferação de doenças de pele.

Dengue e Hepatite A

Juntamos em um mesmo tópico por que ambas as doenças surgem de uma contaminação que envolve a água. A hepatite A, forma mais comum da doença, pode ser contraída no consumo de águas de torneira, por exemplo. Vale ficar esperto com a procedência e a origem da água que se consome.

Já a dengue, como é sabido desde que a epidemia se instalou no Brasil, prolifera em locais onde a água fica acumulada.  Em ambientes úmidos de mata podem ser encontradas variações em que o aedes aegypti é portador, como a chikungunya – de toda forma, as doenças transmitidas por esse mosquito são sempre muito perigosas.

Como forma de se prevenir é ideal realizar rotinas de exame preventivo. O check-up médico ajuda a garantir uma saúde equilibrada e protegida – mediante a aplicação de vacinas e outros tratamentos – de vírus ou doença que possa se instalar em um cenário de férias de verão. Conheça os planos da Vita Check-up e tenha um verão à altura de seus sonhos.


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